quinta-feira, 26 de junho de 2014

O QUE É E PARA QUE SERVE A RELIGIÃO?


                                           O conceito e a finalidade da religião tem sido motivo de amplo debate acadêmico e teológico. Fatos históricos e relevantes intensificaram as discussões e levantaram questionamentos diversos. Dentre eles destacamos, no campo social, a Revolução Industrial (Inglaterra), na cultura o Iluminismo (Alemanha e França), na política a Revolução Francesa (França). Como resultado destes movimentos surge à necessidade de investigação e pesquisa.

 Os pensadores e estudiosos se revezam em formular teorias e encontrar respostas. Para Kant a religião é uma relação entre Deus e a moral do homem. Deste modo Deus é o arquétipo da moral. Ludwig considera a religião como criação humana no estilo de projeção. O homem projeta na religião a segurança futura e o sentido presente e real para a existência humana. Para Karl Max a religião é elemento secundário, sintoma de uma sociedade enferma. Cria e mantém as pessoas em alienação constante. Para Nietzehe a religião, entre outros males, gera submissão. Já para Shmith a religião e seus ritos, como o ritual do sacrifício, agregam as pessoas e formam as sociedades. Seguindo esta linha, Durkheim enfatiza os “fatos sociais” – a religião com suas crenças, ritos e símbolos unem e estabelecem uma comunidade. Para estes últimos a religião é importante e tem função sociológica.

Já em anos recentes o filósofo e sociólogo alemão Habermas considera relevante e reconhece na religião as raízes da ética. A obrigação moral sintetiza Habermas, deriva do sagrado que é capaz de manter a sociedade unida por meio de um consenso generalizado. Assim, segundo Habermas, é a religião que imprime a orientação ética para a práxis diária do cidadão.

Diante deste contexto temos basicamente duas classes de pensadores que são excludentes entre si. De um lado temos aqueles que reduzem e desprezam a religião e a consideram como um obstáculo para o progresso. Do outro lado os que enfatizam ser a religião um elemento necessário para evitar o caos social e moral da humanidade. Deste modo, enquanto que para o Iluminismo a religião é um erro de percurso, para a sociologia a religião é imprescindível e contribui no aspecto sociológico.

Sob esta temática, concordando com Habermas, a religião constitui desafio cognitivo e estabelece as normas sociais e não o contrário. Assim a religião está presente na esfera pública por meio das ações de seus cidadãos e não pode ser banida. Seus valores mantêm a base da ordem pública por meio de regras e procedimentos. Em conseqüência os valores religiosos são o fundamento da democracia tão cara ao cidadão livre. Muitos dos conceitos cristãos, por exemplo, foram transformados em razões laicas. Nosso código penal está permeado de valores religiosos.

                                      No entanto, no Brasil, uma crescente tensão entre estado e religião tem alcançado debates acalorados. É necessário dar uma maior atenção a estas questões e não ignorá-las. Assuntos como “relações homoafetivas” e “aborto” que são temas éticos da Religião são objetos de votação no Congresso Nacional e Superior Tribunal Federal. As decisões influenciam a vida das pessoas e sua religiosidade. O estado laico não pode impor sua linguagem e nem impedir a prática dos valores do cidadão religioso. Considerando a religião no aspecto sociológico como raízes da ética, a laicidade deve ser assumida como valor a ser discutido de acordo com o interesse público e a religiosidade do cidadão. Creio que no debate atual, é fundamental o equilíbrio e a mediação entre a religião e as questões laicas.
Pr Douglas Baptista - Edição Antonio Carlos Pimenta

VIDA CRISTA ABUNDANTE


Em Colossenses 4.12, Paulo escreveu: “Sauda-vos Epafras, que é dos vossos; servo de Cristo, combatendo sempre por vos em orações, para que vos conserveis firmes, perfeitos e consumados em toda a vontade de Deus”.
A vontade de Deus, no sentido individual, é o Seu querer e direção para a nossa vida pessoal e em todo o nosso viver e agir, em todos os aspectos da vida. A maior honra e privilegio do homem depois da Salvação é ter a oportunidade de fazer a vontade de Deus. Adão foi criado com esse privilégio, mas perdeu-o por causa do pecado (Rm 7.10). A vontade de Deus é assunto altamente prioritário na oração de todo filho de Deus, todos os dias (Mt 6.10; 1Jo 5.14). Deus dotou o homem de três extraordinários poderes ou faculdades, a saber: intelecto, sensibilidade e vontade, sendo o poder da vontade o de maior responsabilidade. O poder da vontade (ou poder volitivo) é o nosso poder de escolher, de querer, de decidir e resolver (Jó 5.6; Gn 24.5b; Js 24.15; Is 1.19; Mt 23.37).
Textos-base para o estudo da vontade de Deus são Colossenses 1.9,10 (Devemos CONHECER a vontade de Deus), Efésios 5.17 (Devemos ENTENDER a vontade de Deus), Salmos 143 (Devemos orar para APRENDERMOS A FAZER a vontade de Deus) e Colossenses 4.12 (Devemos ser CONSUMADOS em toda a vontade de Deus) Quatro tipos de vontade podem haver em nossa vida: a vontade de Deus, a minha vontade (=a vontade da carne) (Rm 7.18; 1Co 9.27; Jo 21.3) – essa vontade, mesmo sendo "boa", não é vontade de Deus –, a vontade de outrem ou de outros, e a vontade do Diabo (2Tm 2.26). A vontade de Deus é manifestada sob dois aspectos: a vontade geral de Deus e a vontade individual de Deus para conosco. A vontade geral de Deus é a chamada “providência divina”. São o Seu eterno plano, Seus eternos desígnios e Suas leis gerais em andamento (Ef 2.10; 3.11; Sl 119.91). Ela é manifesta através de Suas leis cósmicas, físicas, naturais, morais, cívicas e espirituais. A vontade geral de Deus é universal. A vontade individual de Deus para conosco é a Sua vontade específica para cada indivíduo. Essa vontade individual de Deus não é determinista, fatalista, cega, arbitrária, que anula a liberdade do homem como homens, como ensinam os predestinalistas. Essa vontade individual de Deus pode ser Sua vontade permissiva ou perfeita. A vontade permissiva de Deus pode ser vista em passagens como Salmos 106.15 e Números 11.18. Já a vontade perfeita de Deus, em Romanos 12.2.                                            Pastor Antonio Gilberto

sábado, 31 de maio de 2014

#QUEM É MELQUISEDEQUE?

Todos que lêem a Bíblia com freqüência já devem ter ouvido falar de Melquisedeque. Qual é, porém, a verdadeira identidade de Melquisedeque, o sumo-sacerdote do Velho Concerto?

Melquisedeque é sem dúvida um personagem misterioso da Bíblia. Ele é mencionado em somente três livros da Bíblia - dois no Velho Testamento (Gênesis e Salmos) e um no Novo Testamento (Hebreus).
O autor do livro de Hebreus diz que muita coisa sobre ele poderia ser dita, mas a interpretação seria difícil porque os ouvintes se tornaram negligentes para receber essa palavra (Hebreus 5:11 e 12)… "porque já devendo já ser mestres pelo tempo, ainda necessitais de que se vos torne a ensinar quais sejam os primeiros rudimentos das palavras de Deus; e vos haveis feito tais que necessitais de leite e não de sólido mantimento”.

Ainda em Hebreus 7:3 lemos a respeito de Melquisedeque… "sem pai, sem mãe, sem genealogia, não tendo princípio de dias nem fim de vida"... e "o qual recebeu o ofício do sacerdócio". Sem dúvida, esses atributos tais como "sem pai, sem mãe" ou como "sem genealogia, sem princípio de dias" caracterizam alguém com uma natureza sobrenatural.
Portanto, ao invés do que muita gente pensa, Melquisedeque não poderia ser de natureza humana, pois o texto diz que ele não tinha genealogia humana e os dias de sua existência não eram limitados Esses atributos são próprios de um ser eterno, e neste caso, de natureza divina.

O Sacerdócio Segundo a lei 
(Hebreus 7:3)… "Sem pai, sem mãe, sem descendência, não tendo nem começo nem fim de dias... o qual recebeu o ofício do sacerdócio"  (Hebreus 7:11-12)… "se a perfeição fosse pelo sacerdócio levítico (pois debaixo dele o povo recebeu a lei), que necessidade haveria que outro sacerdote se levantasse segundo a ordem de Melquisedeque e não ser chamado segundo a ordem de Aarão? Pois o sacerdócio sendo mudado, também é necessária a mudança da lei". Esses textos deixam claro que Melquisedeque foi o sumo-sacerdote de um sacerdócio com bases na lei, o que no caso se aplica ao Velho Concerto, baseado no Velho Testamento. O Novo Concerto estabelecido através de Jesus Cristo refere-se ao sacerdócio perfeito, que veio suprir as incapacidades e limitações do Velho Concerto.

Similaridades entre Melquisedeque e Jesus
Há uma grande similaridade entre as características de Melquisedeque e de Jesus, o que prova que eles têm muito em comum. A seguir, estão relacionadas algumas das coisas que Jesus e Melquisedeque parecem se identificar:

. O padrão usado por DEUS é o da justiça, prevalecendo inclusive sobre a misericórdia(Êxodo 21:12-25; Levítico 24:20; Deuteronômio 19:21). Por sua vez, o nome Melquisedeque significa "rei de justiça" (Hebreus 7:2).

. Melquisedeque era rei de Salém (Hebreus 7:2), a qual para muitos estudiosos corresponde à atual cidade de Jerusalém. Por sua vez, Deus é chamado "Deus de Israel", cuja capital é a Jerusalém atual, terrena que difere da Jerusalém celestial, também chamada de "Jerusalém do alto" (1 Crônicas 17:24; Êxodo 3:16; Gálatas 4:26).

. Melquisedeque tomou dízimos do despojo tomado por Abraão e o abençoou (Hebreus7:1-6). Similarmente, Deus recebeu o dízimo dos descendentes de Abraão e abençoou o povo (2 Crônicas 31:10).

. Melquisedeque não tem começo nem fim de dias, ou em outras palavras - é eterno. Ele também não tem genealogia (Hebreus 7:3). Deus também é eterno e não tem pai, nem mãe, nem genealogia (Neemias.9:5). Esse fato caracteriza ambos como seres divinos e sobrenaturais, como os anjos.

. Melquisedeque é o sumo-sacerdote vitalício do Velho Testamento (Gênesis 14:18;Hebreus 12:22). Por sua vez, Deus foi também o mentor da base sacerdotal do Velho Testamento, o qual orientou pessoalmente todos os serviços religiosos no templo, através de regras e exigências ritualísticas criteriosas. Um detalhe curioso nessa descrição do modelo sacerdotal do Velho Testamento é que as pedras que adornavam o éfode (peitoral) do sacerdote (Êxodo 28:6 a 21) são do mesmo tipo das pedras que adornavam o anjo que era o modelo de perfeição no Éden, o qual veio posteriormente a se ensoberbecer e rebelou-se contra o Deus Altíssimo (Ezequiel 28:13).

. É difícil interpretar o papel e o caráter do personagem Melquisedeque, como lemos em Hebreus 5:11, e da mesma forma é difícil compreender o caráter e os reais intentos de DEUS, o qual ora abençoava e ora castigava segundo sua vontade.

. Melquisedeque assumiu forma humana quando apareceu a Abraão (Gênesis 14:18-20). Por sua vez, Deus,  também tomou forma humana (para ser visto e intendido, por causa da limitação do homem) quando apareceu a Abraão(Gênesis 18:1-7) e anunciou que Sara teria um filho.

Alguns teólogos entendem que Melquisedeque era o próprio Cristo no Velho Testamento e chamam esse tipo de ocorrência "Parousia" ou "Cristofania". Contudo, o fato do texto deixar claro que Melquisedeque era uma figura (tipo) de Cristo prova que ele não era o próprio Cristo.

O fato de Melquisedeque ter oferecido pão e vinho a Abraão não significam tampouco que Melquisedeque e o Filho de Deus sejam a mesma pessoa, da mesma forma como Adão não era Cristo, embora Cristo fosse chamado o "último Adão" (1 Coríntios 15:45). Além disso, em outra parte é relacionado o fato de que através de uma única ofensa (de Adão), entrou o pecado no mundo e atingiu toda a humanidade. De forma análoga, através de um único ato de justiça (de Cristo), a graça de Deus veio a ser derramada sobre todos os homens (Romanos 5:16-18).

Portanto, quando lemos que Cristo é sumo-sacerdote conforme a ordem de Melquisedeque, devemos entender essa relação como uma antítese, em que o reprovável e falível veio a ser substituído pelo aprovado e irrepreensível.

Melquisedeque é o sumo-sacerdote do Velho Testamento (ou do Velho Concerto), o qual se tornou obsoleto por causa da natureza caída do homem, como diz Hebreus 7:18 e foi definitivamente Assumida por Cristo (2 Corintios 3:16).
Melquisedeque, rei de justiça

A relação entre a justiça (a qual é associada com o nome de Melquisedeque) e a condenação está baseada no fato de que a lei aplica tanto a justiça como a condenação. A justiça implacável, porem, não leva em consideração a misericórdia nem a compaixão, que são atributos peculiares do verdadeiro Deus e Pai.

Por todas as evidências já relacionadas, poderíamos supor que Jesus e Melquisedeque são a mesma pessoa, embora isso não esteja totalmente claro nas Escrituras. Porém, ainda que não houvessem subsídios suficientes para associarmos Jesus com Melquisedeque, uma coisa é certa - ambos parecem estar intimamente relacionados, a começar pelo nome de Melquisedeque, que significa "rei de justiça".

Em Gênesis 18:25, Deus é reconhecido pela sua justiça, porém não é a justiça que leva em consideração a misericórdia e a compaixão, a qual é um atributo peculiar e distintivo do verdadeiro Deus e Pai.

Uma coisa é certa - a índole violenta que DEUS revela em várias ocasiões no Velho Testamento ao destruir implacavelmente exércitos e cidades, combina perfeitamente com a personalidade de Melquisedeque, o qual veio ao encontro de Abraão para abençoá-lo logo após a matança dos reis inimigos (Hebreus 7:1; Gênesis 14:17-18)… "Pois esse Melquisedeque, rei de Salém, sacerdote do Deus Altíssimo, o qual encontrou Abraão retornando da matança dos reis, e o abençoou".

Portanto, aquela justiça que é atribuida ao nome de Melqueisedeque parece estar associada à justiça implacável, que não hesita em aplicar a condenação de forma radical e fulminante.TIPIFICANDO O JUÍZO FINAL

O perfeito e eterno sacerdócio de Cristo
Quanto ao aspecto sacerdotal, lemos em Hebreus 7:11-12 o seguinte: "Se a perfeição fosse pelo sacerdócio levítico (pois debaixo dele o povo recebeu a lei), que necessidade haveria que outro sacerdote se levantasse segundo a ordem de Melquisedeque e não ser chamado segundo a ordem de Aarão? Pois o sacerdócio sendo mudado, também é necessária a mudança da lei".

Esse texto deixa claro que Melquisedeque foi o sumo-sacerdote de um sacerdócio terreno estabelecido pela vontade DIVINA com um propósito especifico, mas,  teve de ser mudado juntamente com a mudança da lei que o regia, e isso se aplica ao Velho Concerto. A imperfeição está no fato de que houve necessidade de ser estabelecido um novo sacerdócio perfeito e eficaz.

Isto significa que o sacerdócio do Velho Concerto foi mudado por um outro, cujo sumo-sacerdote é Jesus Cristo, o Filho de Deus, e por isso que o texto de Hebreus 7:12 diz que houve MUDANÇA de sacerdócio. Embora tendo sido executado de uma só vez, o sacerdócio de Cristo tem um alcance universal e eterno.
Melquisedeque estava incapacitado de prover salvação e redenção para quem quer que fosse, pois seu ministério era imperfeito (PELA VONTADE DE DEUS) e semelhante aos dos sacerdotes do Velho Testamento, que tinham que estar continuamente oferecendo sacrifícios por si mesmos e pelo povo. O sacerdócio levítico, assim como o sacerdócio de Melquisedeque, tinha caráter temporário e era exercido através de ministrações contínuas, com o sacrifício de animais e oferendas da alimentos (Hebreus 7:28), enquanto que o sacerdócio de Cristo é perfeito, eterno e único, realizado às custas de seu próprio sangue, como diz Hebreus 9:24 e 25.
O ofício sacerdotal iniciado por Melquisedeque não teve êxito porque era fundamentado apenas em oferendas religiosas e no sacrifício ritualístico de animais. Por causa disso, ele teve de ser substituído pelo sacerdócio de Jesus (Hebreus 7:11), o que significa que o sacerdócio do Velho Testamento deu lugar definitivamente ao sacerdócio do Novo Testamento.

Por extensão, o Velho Concerto se tornou repreensível e por isso foi rejeitado, havendo sido ABOLIDO por Cristo, como diz 2 Corintios 3:14-16. E assim, o ministério de Melquisedeque representa o ministério do Velho Testamento, o qual foi invalidado por Cristo por causa de sua FRAQUEZA e LIMITAÇÕES HUMANAS (Hebreus 7:18).
Por outro lado, o Novo Concerto foi aprovado, exaltado e glorificado, e por isso é chamado em Hebreus 7:22 de “um MELHOR concerto”. Após a ressurreição, Jesus foi constituído "autor de uma eterna salvação", como diz Hebreus 5:7-9… "Ainda que era Filho, aprendeu a obediência, por aquilo que padeceu, e sendo consumado veio a ser a causa da ETERNA SALVAÇÃO para todos os que lhe obedecem".

O fato do sacerdócio de Jesus Cristo ter sido “segundo a ordem de Melquisedeque”, como diz Hebreus 5:6, 7:17 e 7:21, não significa que os dois ministérios estavam relacionados entre si, como se um fosse uma continuidade do outro, visto que as diferenças entre eles são muito grandes, a saber:
- o sacerdócio de Melquisedeque foi temporal enquanto que o de Cristo É eterno (Hebreus 7:25);
- no sacerdócio de Melquisedeque e de todos os sacerdotes do Velho Testamento, o sangue usado para expiação era de animais (bodes, bezerros, touros e novilhas), enquanto que o sacerdócio de Cristo foi exercido com o derramamento de seu próprio sangue (Hebreus 9:12-14);
- Cristo é ministro do santuário do VERDADEIRO tabernáculo estabelecido por Deus (Hebreus 8:2), e não do VIRTUAL, que foi exercido por Melquisedeque e por todos os sacerdotes do Velho Testamento;
- com a mudança do sacerdócio houve também o cumprimento da lei (Hebreus 7:12) e assim, todo aquele arcabouço ritualístico de religiosidade aparente, que regia o ministério do Velho Testamento, deu lugar ao ministério eficaz e autêntico de Jesus no Novo Testamento (Hebreus 8:6; 8:13; 2 Corintios 3:6).

sexta-feira, 30 de maio de 2014

# HERMENÊUTICA

É necessário que o estudante das Escrituras procure descobrir o significado do texto que está sendo estudado. Queremos saber o que o texto significa. Para descobrirmos o significado do texto, teremos que verificar os vários componentes envolvidos na Hermenêutica: o autor, o texto e o leitor.
A palavra hermenêutica significa explicar ou interpretar. Nas Escrituras é usado em quatro versículos: João 1.42; 9.7; Hebreus 7.2 e Lucas 24.27. Esse termo pode ser traduzido por explicar ou expor. O termo Hermenêutica, portanto, descreve simplesmente a prática da interpretação.

O AUTOR COMO DETERMINANTE DO SIGNIFICADO 
Esse é o método mais tradicional para o estudo da Bíblia. O significado é aquele que o escritor, conscientemente, quis dizer ao produzir o texto. É importante verificar o que o autor disse em outro escrito. O que Lucas registrou em seu Evangelho poderá ser mais esclarecedor se comparado com Atos, ou registro de Lucas. Devemos levar em conta os idiomas da época: aramaico, hebraico e grego. Eles possuem um significado que não pode variar. Por outro lado, o texto está limitado ao que o autor disse exatamente? Por exemplo: lemos em Efésios 5.18: Não vos embriagueis com vinho. Alguém poderia dizer: Paulo proíbe que nos embriaguemos com vinho, mas acho que não seria errado embriagar-se com cerveja, rum, ou outra droga. Os escritos do apóstolo vão além de sua consciência, embora essas implicações não contradigam o significado original, antes fazem parte do texto e seu objetivo. Compreendemos então o mandamento paulino como um princípio, pois mesmo que o autor não esteja ciente das circunstâncias futuras, ele transmitiu exatamente a sua intenção.
O TEXTO COMO DETERMINANTE DO SIGNIFICADO
Alguns eruditos afirmam que o significado tem autonomia semântica, sendo completamente independente do que o autor quis comunicar quando o escreveu. De acordo com esse ponto de vista, quando um determinado escrito se torna literatura, as regras normais de comunicação não mais se lhe aplicam, transformou-se em texto literário. O que o texto está realmente dizendo sobre o assunto? Analisando o relato em Marcos 4.35-41 Qual é o objetivo do texto? Informar sobre a topografia do mar da Galiléia ou o mal tempo naquela circunstância? Seu objetivo era falar sobre Jesus Cristo, Filho de Deus. O significado que Marcos queria transmitir está claro: Mas quem é este que até o vento e o mar lhe obedecem? (4.41). O autor queria transmitir que Jesus de Nazaré é o Cristo, o Filho de Deus. Ele é o Senhor e até mesmo a natureza está sujeita a ele!
O LEITOR COMO DETERMINANTE DO SIGNIFICADO
Segundo essa perspectiva, o que determina o significado é o que o leitor compreende do texto. O leitor atualiza a interpretação do texto. Leitores distintos encontram diferentes significados, isso porque o texto lhes concede permitir essa multiplicidade. É relevante o que pensa o leitor? Isto poderia influenciar o sentido do texto? Se compreendermos que há diferença de interpretação entre um leitor crente e outro que é ateu, a resposta é sim! Contudo é necessário que o leitor esteja em condições de entender o texto. Ao verificar como as palavras são usadas nas frase, como as orações são empregadas nos parágrafos, como os parágrafos se adequam aos capítulos e como os capítulos são estruturados no texto, o leitor procurará compreender a intenção do autor. O texto, em sua íntegra, ajudará o leitor a compreender cada palavra individualmente. Assim sendo, as palavras, ou conjunto de palavras, ajudam a compreender o todo.

DEFINIÇÃO DAS REGRAS.
Uma utilização equivocada das ferramentas da Hermenêutica resultará em confusão e desvio, portanto, heresia. O que está envolvido no processo de interpretação? Que padrão terminológico o autor utilizou para dar significado ao texto? Que implicações se enquadram legitimamente no padrão por ele pretendido? Que significação atribui o leitor ao texto? Qual é o assunto do texto? Que compreensão e interpretação o leitor terá? Se as normas da linguagem devem ser respeitadas, que possibilidade significados é permitida pelas palavras de um texto? Foi reconhecido o gênero literário. As respectivas regras que o governam estão sendo obedecidas? O contexto prevê o significado dos objetos literários encontrados no texto?
SIGNIFICADO
O autor pretendia comunicar suas informações. Valeu-se, então, de um código de linguagem para transmitir sua mensagem. O significado não pode ser alterado, pois o autor, levando em consideração suas possibilidades ed interpretação, submeteu-se conscientemente às normas de linguagem com as quais o leitor está familiarizado. Da mesma maneira, os textos produzidos pelos autores das Sagradas Escrituras, movidos pelo Espírito Santo, têm implicações que abrangem o significado específico que eles, conscientemente, procuraram transmitir.
Isso é razoável, uma vez que o leitor deverá compreender a linguagem utilizada.

IMPLICAÇÕES
As implicações ultrapassam os significados originais. O autor não estaria ciente de novas circunstâncias. Apesar disso, elas se enquadram legitimamente no padrão de significado pretendido pelo autor. Em Gálatas 5.2 lemos: Eu, Paulo, vos digo que, se vos deixardes circuncidar, Cristo de nada vos aproveitará. O significado específico está bem claro. Se os cristãos da Galácia cedessem às pressões dos judeus e se submetessem à circuncisão, estariam renunciando a fé, recusando a graça de Deus em Cristo e procurando, consequentemente, estabelecer uma relação diferente com Deus, baseada em suas próprias obras.
Para os gentios da Galácia, aceitar a circuncisão equivalia renegar a Cristo! Hoje essa interpretação é ponto pacífico no seio da Igreja. Contudo, as implicações desse versículo ainda são proveitosas. No século 16, Lutero tomou as indulgências e a penitência proclamadas pela Igreja Católica como uma tentativa de estabelecer uma relação com Deus dependente das próprias obras. Embora Paulo não estivesse ciente das circunstâncias ocorridas no século 16, Lutero estava certo das implicações implícitas no significado da epístola.
No século 19 e 20, formaram-se grupos religiosos que proclamam a guarda do sábado como obrigatória para a salvação. As implicações do texto paulino são claras: não podemos misturar graça e fé com as obras da Lei. É estritamente pela fé que somos salvos – fé sem circuncisão, fé sem indulgências, fé sem penitências, fé sem guardar o sábado.
As implicações dos ensinos bíblicos ultrapassam as distâncias culturais e temporais e são luz para os problemas atuais. O mandamento olho por olho, dente por dente (Êx 21.23-25) implica em exercício da justiça. Enquanto grupos religiosos cortam a mão de uma pessoa por roubar um objeto, as Escrituras ensinam uma justiça equivalente (Êx 22.1): o objeto roubado mais uma multa. Não uma retaliação física.
SIGNIFICAÇÃO
Refere-se ao modo do leitor responder ao significado de um texto. Um cristão atribuirá significação positiva às implicações do texto naturalmente. Um descrente, pelo contrário, atribuirá significação negativa. Mesmo no corpo de discípulos cristãos, as aplicações de um mesmo texto poderá ser diferente: A Grande Comissão em Mateus 28.19,29 pode significar tornar-se um missionário em terra distante, ou um mantenedor, ou mesmo um pioneiro no próprio pais, um pastor local, ou um incentivo como professor de uma classe de Escola Dominical. Mas todas, apesar de diferentes, são respostas às implicações legítimas do significado.
O ASSUNTO DO TEXTO.
Qual é o assunto do texto a ser considerado? Em Gênesis temos a história da criação; em Juízes, a história política; Salmos, a poesia hebraica; Provérbios, a sabedoria prática; Evangelhos, a vida de Jesus.
Devemos discernir qual o objetivo específico do escritor. Em Marcos 2.1-12 temos o relato da cura de um paralítico. Diversos detalhes são agregados ao texto, transmitindo-nos informações históricas, formas de construção de casas etc. Mas o que Marcos queria enfatizar realmente? Sua ênfase é percebida em vários lugares no próprio texto: 1. A questão levantada pelos escribas sobre quem tem poder para perdoar pecados (Mc 2.7); a declaração de Jesus de que o Filho de Deus tem esse poder (Mc 2.8-10); a realização de um milagre para legitimar sua declaração (Mc 2.11), a maneira como os ouvintes reagiram diante de sua declaração e do milagre (2.12): Nunca tal vimos. Marcos demonstrou que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, não existindo na Terra ninguém semelhante, pois somente ele tem autoridade divina para curar e perdoar pecados. Outra implicação legítima dessa exposição é que Jesus é o Senhor e Salvador.
COMPREENÇÃO E INTERPRETAÇÃO
A compreensão refere-se ao entendimento correto do significado pretendido pelo autor. Já que há apenas um significado, todo aquele que o compreender terá a mesma compreensão do padrão de significado do autor. Algumas compreensões podem ser mais completas do que outras, devido à maior percepção das várias implicações envolvidas.
Como expressar essa compreensão? Há quase um número infinito de formas de expressar essa compreensão. Por exemplo: o Senhor Jesus, ao ensinar sobre a chegada do reino de Deus, valeu-se de várias parábolas. Alguns intérpretes alegam que não existe sinônimo perfeito. Ainda assim, um autor, com o propósito de evitar o desgaste de vocábulos já empregados, pode, conscientemente, desejar usar outros com o mesmo sentido. Isto porque o uso de sinônimos é previsto pelas normas da linguagem, as quais também admitem uma extensão de possíveis significados para a mesma palavra.
Há dois princípios para orientar o trabalho de tradução: palavra por palavra, ou pensamento por pensamento. A dificuldade do primeiro é que em idiomas e culturas diferentes nem sempre os vocábulos têm a mesma exatidão. O segundo princípio tem, também, suas dificuldades. Isso fica evidente quando procuramos determinar como um autor usa os mesmos termos em lugares diferentes com o mesmo significado. O valor da equivalência em tal tradução fica muito mais comprometido do que no propósito de comparar outras passagens nas quais o autor bíblico usa as mesmas palavras com o mesmo significado.

NORMAS DE LINGUAGEM
As normas da linguagem, tentam especificar a extensão de significados permitidos pelas palavras de um texto. O termo fé, por sua vez, possui ampla extensão de significados no Novo Testamento. Pode ser mera aceitação mental de um fato; em outros contextos, confiança plena; ou ainda, um conjunto de crenças. O termo fé, contudo, não pode significar algo incompatível com o contexto, como: ritual do batismo. As Testemunhas de Jeová atribuem um significado à palavra Geena que é totalmente estranha a sua natureza. Afirmam que essa palavra deve significar aniquilamento, destruição eterna, punição eterna. Onde encontramos esse termo? Leiamos Mt 5.22,29,30; 10.28; 18.9; 23.15,33; 9.43,45,47; Lc 12.5; Tg 3.6. Algum desses versículos transmite a idéia de aniquilamento? Ou refletem um estado contínuo distante da presença de Deus? Atribuir à palavra geena um significado inadequado é um equívoco, segundo as normas de linguagem. Todo o contexto atribui à palavra geena o significado que conhecemos. Portanto, uma palavra ou frase possui uma extensão de significados. A tarefa do interprete é descobrir qual o significado pretendido pelo autor. Ao fazê-lo, estará se orientando pelas normas de expressão. Felizmente, as normas da linguagem limitam o número de possibilidades, de modo que apenas uma delas terá o significado que interessa ao autor. Por isso, o autor bíblico se manteve cuidadosamente dentro desses limites, a fim de ajudar os seus leitores a compreendera sua mensagem. O contexto é fundamental para reduzir os significados possíveis a apenas um significado específico.

RECONHECENDO O GENERO LITERÁRIO
Quais formas literárias estão sendo usadas pelo autor? Diferentes gêneros literários estão presentes na Bíblia. Obviamente, como os escritores da Bíblia tinham por finalidade compartilhar o significado do que escreviam, submeteram-se às convenções literárias de seu tempo. Se o leitor não ponderar esse fato, será impossível a compreensão do significado.
CONTEXTO
O contexto facilita a compreensão do significado pretendido pelo autor. Devemos entender o contexto literário como sendo aquilo que o autor procurou dizer com os símbolos utilizados antes e depois do texto em questão. Portanto, quando nos referimos ao contexto, aludimos ao padrão de significado compartilhado pelo autor nas palavras, orações, parágrafos e capítulos presentes no texto. Paulo (Rm 4.1-25) e Tiago (Tg 2.14-26) usam o termo fé com significados diferentes. Será problemático admitir que os dois escritos queriam dizer, um conjunto de crenças. Maior dificuldade haverá se assumirmos que Paulo está falando de uma mera aceitação do fato. E daí dizer que Tiago refere-se a uma verdadeira confiança. Todavia, está claro, pelo contexto, que Paulo se refere à verdadeira confiança (Rm 4.3,5); e Tiago à mera aceitação do fato (Tg 2.14,19).
O livro Raciocínios a base das Escrituras (TJ) procura explicar 1 Co 15.29 associando-o a dois textos remotos (Rm 6.3; e Cl 2.12). Desprezando o contexto (capítulo 15), que se refere à ressurreição e sua veracidade, não está focalizando a condição espiritual do mundo em relação a Deus, como ocorre nas outras referências. Encontramos em 1 Co 15 um credo da Igreja referente à ressurreição que Paulo está citando.

O ESPÍRITO SANTO E A INTERPRETAÇÃO DA BÍBLIA
A Bíblia, como produto da inspiração divina, é a Palavra de Deus e revela aquilo em que os cristãos crêem (regras de fé) e como eles vivem (regra de prática). Os termos infalibilidade e inerrância são freqüentemente usados para descrever a fidedignidade da Bíblia.
Tudo quanto os autores desejavam transmitir com respeito a assuntos de fé (doutrina) e prática (ética) é verdadeiro. O termo inerrância significa que tudo quanto está escrito na Bíblia (informações históricas, geográficas, científicas etc.) corresponde à verdade e não pode induzir ninguém ao erro.
Um fato determinante, ultrapassando as fronteiras do tempo, envolve aquilo que o autor, conduzido pelo Espírito, desejou transmitir em seu texto. Consideremos Isaías 11.12, onde o profeta narra que Deus recolherá os dispersos de Judá desde os quatro cantos da Terra. O que ele quis dizer com esta declaração? Teria sido: Quero que saibam que a Terra consiste em quatro cantos e Deus trará de volta o seu povo desses quatro lugares? A Terra não tem nenhum canto. Pretendia Isaías afirmar algo sobre geografia? Seu propósito era falar do futuro ajuntamento do povo de Deus de todas as partes da terra. Sua declaração portanto pode ser considerada infalível e inerrante.

REGRAS PARA INTERPRETAÇÃO
É necessário usar as diferentes regras para a interpretação dos gêneros literários presentes na Bíblia. Uma parábola, uma narrativa, uma poesia, devem ser interpretadas conforme as regras. Note alguns exemplos:

PROVÉRBIOS
São declarações sucintas que empregam geralmente linguagem metafórica para expressar uma verdade geral. Contudo, os Provérbios não são leis, nem promessas. São observações gerais extraídas de um olhar sábio e cuidadoso dos fatos do dia-a-dia.
PROFECIA
Uma das regras da literatura profética envolve as profecias de julgamento. Por exemplo: Jonas 3.4. O profeta proclama à cidade de Nínive: Ainda quarenta dias, e Nínive será subvertida. Quando os ninivitas ouviram esta mensagem, proclamaram um jejum, e vestiram-se de pano de saco, desde o maior até ao menor (Jn 3.5) e o rei decretou um período de luto e arrependimento. A falta de julgamento divino fez dele um falso profeta? A regra para esse tipo de profecia encontra-se em Jeremias 18.7,8: No momento em que eu falar contra uma nação e contra um reino, para arrancar, e para derribar, e para destruir, se a tal nação, contra a qual falar, se converter de sua maldade, também eu me arrependerei do mal que pensava fazer-lhe. Por outro lado, encontramos sectários anunciando a volta de Cristo, marcando datas, e as mesmas sempre falhando. Não seria legítimo entendermos que uma mudança na sentença seria semelhante à mudança de direito: não vos pertence saber os tempos ou as estações que o Pai estabeleceu pelo seu próprio poder (Atos 1.8).Os mesmos princípios de Hermenêutica devem ser observados em outros gêneros.

Fonte:  
Bíblila Apologética

sábado, 22 de março de 2014

AS LUAS DE SANGUE; O FENÔMENO ACONTECERÁ ESTE ANO.

Existe um fenômeno extremamente raro, que irá ocorrer nos próximos meses e também no ano de 2015, chamado de Luas Sangrentas ou Luas de Sangue, foi possível prever através da astrônomia, as datas exatas em que irão ocorrer. Não se trata de crenças religiosas, mas de fatos futuros que foram constatados por astrônomos e agências espaciais que estudam o nosso universo.

Segundo informações da Nasa, estamos à receber quatro luas sangrentas, duas nesse ano (2014) e duas no próximo ano. Mas o que você conhece sobre esse fenômeno?

Dos fatos mais intrigantes que irão fazer com que as Luas tenham essa cor, estão fatos envolvendo a bíblia sagrada, mais precisamente no livro de apocalipse, onde existe o seguinte versículo: "12º E, havendo aberto o sexto selo, olhei, e eis que houve um grande tremor de terra; e o sol tornou-se negro, e a lua tornou-se como sangue."



As datas que marcam esses eventos, são as mais intrigantes, pois o dia em que elas irão ocorrer segundo a própria Nasa, são datas que marcam feriados Judeus.

A primeira data é dia 15 de Abril deste ano, data que todos nós conhecemos como a querida e amada páscoa, onde todas as pessoas apenas se importam com o coelhinho e os ovinhos de chocolate, não é? Pois bem, essa data marca a primeira Lua sangrenta.

A segunda data é dia 8 de outubro deste ano também, marcando a Festa dos tabernáculos, que nós não conhecemos, mas também se trata de um feriado Judeu.

Após essas datas, no dia 20 de março de 2015, teremos um Eclipse Solar total, que incrivelmente também é constatado no versículo postado anteriormente.

A terceira data é dia 4 de abril de 2015 que marca outra páscoa.

A quarta data é dia 28 de setembro de 2015, Festa dos tabernáculos, novamente.



No passado esses fenômenos apenas ocorreram três vezes que também coincidiram com eventos importantes em Israel.

O primeiro ano foi em 1492, quando a Espanha expulsou os judeus, e também, Colombo descobriu a América, que se tornou um porto seguro para o povo judeu, que se tornaram livres.

O segundo ano foi em 1948, quando Israel renasceu como uma Nação, após 2 mil anos conseguiram essa independência.

O terceiro ano foi em 1967, Israel venceu a "Guerra dos Seis Dias" e reivindicaram Jerusálem, pela primeira vez em 2 mil anos, Jerusalém e Israel estavam juntos novamente.

As profecías estão escritas, porém essas datas não foram escritas no livro de apocalipse, apenas o evento. Então não se trata de religiosos fazendo drama por causa de fenômenos, e sim fatos que estão previstos para ocorrer segundo a Administração Nacional da Aeronáutica e do Espaço (NASA), fatos que foram escritos na bíblia.

Há quem acredite que após essas datas começarão os 7 anos de tribulações do governo do Anticristo. A evidência circunstancial deve também ser considerada, pois há várias indicações de que a tensão entre Israel e os seus vizinhos muçulmanos está prestes a explodir. O presidente e dirigentes religiosos do Irã estão constantemente querendo a destruição completa de Israel. O seu programa nuclear está acelerando e a organização Hesbolah do Líbano estão armados até aos dentes.

Esses são os únicos anos em um futuro próximo, que se alinham com os feriados judaicos. Deve-se fazer menção aqui que existem outros anos que esses eventos ocorrerão novamente. Elas encontram-se em 2032-2033, 2043-2044, 2050-2051, 2061-2062, 2072-2073, e 2090-2091... A diferença entre esses anos é que os anos de 2014 e 2015 se alinham com os feriados judaicos e os outros não!



O que nos resta é esperar por essas datas e como sempre especularmos o que poderá acontecer, e se esses eventos sombrios irão realmente acontecer. Sendo fenômenos extremamente raros que intrigam completamente pessoas que buscam por conhecimento sobre o desconhecido, origem da vida, quem somos nós, etc...Mesmo não sendo um evento especificamente bíblico podemos muito bem aceitar que eles irão ocorrer e essa geração poderá conferir.

Isso não é para confrontar as crenças de ninguém, mas sim informar essas ocorrências que poucos sabem que estão para acontecer.

Fonte: CBN

sexta-feira, 21 de março de 2014

UM CRISTÃO CERTO, MAS, NUMA RUA SEM SAÍDA..

Jeremias dirigiu-se à nação de Judá num esforço final para salvá-la de um desastre nacional. O desrespeito à lei de Deus estava levando a nação para a extinção, e Jeremias tentou em vão chamar o povo ao arrependimento.As circunstâncias do reino são bem descritas neste trecho de Jeremias 5:30-31, onde o profeta transmite às palavras de Deus: "Coisa espantosa e horrenda se anda fazendo na terra: os profetas profetizam falsamente, e os sacerdotes dominam de mãos dadas com eles; e é o que deseja o meu povo. Porém, que fareis quando estas coisas chegarem ao seu fim?" Deus pôs a culpa em três grupos de pessoas: Os profetas. Aqueles que deveriam ter sido fiéis transmitindo a palavra de Deus ao povo estavam, em vez disso, pervertendo aquela mensagem. Hoje,muitos falsos profetas falam de suas próprias idéias e perpetuam incontáveis doutrinas humanas. Entretanto, Jesus afirmou que suas palavras são a verdade absoluta que nos liberta (João 8:32). Os sacerdotes. Os sacerdotes deveriam ter corrigido os falsos profetas, mas preferiram apoiar a propagação das suas mentiras. Os cegos estavam guiando os cegos (Mateus 15:13-14).
O povo.
É triste notar que o povo estava querendo seguir os seus guias cegos. Quando os guias espirituais amam a si mesmos e ao dinheiro, eles não condenarão eficazmente o egoísmo e o materialismo que domina o povo mundano. Deus convidou seu povo a retornar: "...perguntai pelas veredas antigas, qual é o bom caminho; andai por ele e achareis descanso para a vossa alma" (Jeremias 6:16). Mas a resposta deles ecoa através da história nas palavras dos homens e mulheres rebeldes de todas as eras: "Não andaremos." Se nós recusamos a andar no caminho de Deus, seguimos uma rua de mão única para a perdição. O que você fará no fim?

# NÃO TENHA MEDO, VOCE NÃO ESTA SÓ..



O profeta Eliseu, guiado por Deus, estava
derrotando o exército sírio sozinho. Cada vez
que eles se preparavam para atacar Israel, o
profeta avisava o rei israelita, que conseguia emboscar
o inimigo antes que atacasse. O rei da Síria suspeitava
que houvesse um espião em seu próprio governo, mas
era assegurado por seus homens que Eliseu era o
responsável por suas derrotas. O rei declarou guerra
a Eliseu. Durante a noite, seu exército cercou a cidade
onde o profeta estava.

O jovem que ajudava Eliseu levantou-se muito cedo na
manhã seguinte e viu as tropas cercando a cidade. Ele
ficou assustado e correu a Eliseu: “O que vamos
fazer?” (2 Reis 6:15). Com seus olhos naturais, ele viu
a insuperável força do inimigo e sua própria fraqueza.
Eliseu viu a situação de modo diferente. De seu ponto de
vista espiritual, o exército não representava uma ameaça.
Ele confortou o jovem:

   “Não tenha medo, pois aqueles que estão conosco são mais numerosos do que os que estão com eles” (2 Reis 6:16).  Eliseu e seu servo não feriram ninguém naquele dia.
Deus entregou o exército sírio nas suas mãos e ele
deixou que fosse para casa em paz. Aqueles soldados
e o povo de Israel aprenderam uma forte lição: Deus
é maior do que qualquer inimigo que enfrentamos.


Precisamos lembrar a mesma lição quando nos levantamos para enfrentar problemas insuperáveis. Deus nos assegurou que o socorro está disponível. Precisamos abrir nossos olhos e ver como ele nos ajuda. Considere como nossos aliados são mais numerosos e poderosos do que as forças do diabo.Quando enfrentamos tentações, perseguições e outros obstáculos que ameaçam nosso bem-estar espiritual, podemos recorrer às muitas fontes de socorro que Deus tem provido. Os cristãos fiéis podem nos auxiliar (Efésios 4:11-16). O Espírito Santo intercede pelos filhos de Deus (Romanos 8:26-28). Jesus vive para nos auxiliar a superar o mal (Romanos
5:8-11). E nosso Pai celestial nos protege e socorre (Romanos 8:31-39). De fato, aqueles que estão conosco são mais numerosos do que os inimigos...você crê nisto?